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#162

Pedro Simão Mendes, em 29.01.11

 

hoje pintei o céu de azul

 

hoje pintei o céu de azul

29.01.2011

 

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às 23:16

#161

Pedro Simão Mendes, em 27.01.11

Balinga cala suqui maluqui ná.

 

Osti luribé, guligá chinka guiligá trimô. Saquri suqui maluqui, balinga ná, primerá cutchiéni bô, frelniéq. Af tuq námi curi benba guliné quo suqui cala, cala suqui sepri nog.

 

27.01.2011

 

 

é por estas e por outras que às vezes poderão pensar que não regulo muito bem.

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às 22:07

#160

Pedro Simão Mendes, em 27.01.11

já só falta o meio exame. preciso de férias, mesmo.

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às 21:17

#159

Pedro Simão Mendes, em 24.01.11

com tantas coisas para fazer, até me esqueci disto.

entretanto, já está lá em baixo (colorize) a parte 2.

 

enjoy.

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às 22:20

#158

Pedro Simão Mendes, em 24.01.11

já só faltam dois exames e meio para acabar o semestre. e mais um, de recurso - porque me era melhor que ficasse para recurso - a meados de fevereiro.

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às 18:31

#157

Pedro Simão Mendes, em 23.01.11

já não sou «virgem do voto», como ela me chamava.

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às 15:41

#156

Pedro Simão Mendes, em 20.01.11

estou esgotado. vamos ver se esta noite consigo descansar.

 

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às 22:24

#155

Pedro Simão Mendes, em 20.01.11

quase me saem os cones dos olhos, de tanto estudar.

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às 21:14

sorriam

Pedro Simão Mendes, em 20.01.11

as pessoas são todas tristes. tristes, mal humoradas e frustradas. já não se vê ninguém a sorrir.

hoje de manhã, fui de autocarro para a universidade. ao olhar pela janela, dei-me conta das expressões que os condutores de ligeiros faziam, logo de manhã cedo. uns apáticos, outros com a testa franzida, outros com ar de indignação e uns quantos de aspecto vazio no rosto. e, de repente, sobressai um rosto de uma senhora, talvez com os seus 60 e muitos, quase sem rugas - as que tinha pareciam as chamadas "rugas de riso" - e a sorrir, enquanto conduzia. a sorrir, em plena hora de ponta, no meio do trânsito! e lá avançou, toda contente, em direcção sabe-se lá para onde. entretanto, a minha atenção foi voltada para as pessoas dentro do autocarro e constatei o mesmo que se passava com os condutores: apáticos, tristes, aborrecidos, frustrados. (confesso que algumas expressões me transmitiam mais a sensação de dor de barriga provocada pelo acumular de gases, mas, no final, também esses estariam frustrados devido aos gases que não conseguiriam expelir). tudo isto quando o sol brilhava nos seus rostos, quando provavelmente não lhes falta nem comida nem roupa, nem família nem amigos. é este o mundo em que vivemos. mal-agradecidos desde nascença crescem numa sociedade cada vez mais podre nos valores que promovem a igualdade, mas através da hipocrisia.

pensei em tudo que tenho, em quão me posso considerar uma pessoa feliz e sorri. a vida não é tão complicada quanto parece. nós é que a fazemos assim ser. e isso não faz sentido nenhum.

ao final da manhã, quando caminhava na rua, voltei a reparar no mesmo: rostos sem sorrisos. o mais próximo de um sorriso que se pode encontrar parecem ser altíssimas gargalhadas, dadas por grupos de adolescentes que pensam ser muito crescidos, provavelmente devido à desgraça de alguém que estariam a criticar.

 

sorriam. sorriam como a senhora que vi hoje. sorriam, que já não se vê ninguém a sorrir.

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às 14:00

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