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#516

Pedro Simão Mendes, em 27.05.13

não sei que diga.

e como não sei que dizer, escrevo. se ao menos o que escrevesse fizesse sentido ou importasse, talvez escrevesse para vós. escrevo para mim, que gosto de palavras. palavras de morte e sangue; palavras de noite e frio; palavras de vida e sol; de mundo e de sentir; de amor e sexo; de sempres e de nuncas.

 

escrevo para mim e as palavras hão-de matar-me, por não saber para onde me levam. esta noite, hei-de adormecer com o desejo de sonhar com um novo dia; mas hei apenas de sonhar com a noite e com o frio que ela traz. talvez morra esta noite, ou talvez acorde para ver mais um dia sem sentido. de qualquer das formas, já estou morto por dentro.

 

boa noite.

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às 22:10



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