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despir-me de mim

Pedro Simão Mendes, em 16.06.13

quero, por vezes, despir-me de mim, para ver quem sou e que pele visto afinal; vivo sempre num amanhã que nunca chega, no pesadelo de um hoje que nunca acaba. e neste tempo entre o que é e não é, entre o que sou e não sou, a única verdade é que a morte mora em todo o lado. e eu pergunto-me se os mortos também sonharão.

 

escrito a 16.06.2013

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às 23:45



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