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nunca foste do mar

Pedro Simão Mendes em 27.05.19

nunca foste do mar mas há tanto mar em ti para descobrir, para navegar, para imergir e me afogar. escrito a 23.05.2019

quinzenalmente

Pedro Simão Mendes em 15.04.19

são fugazes estes abraços que me vêm relembrando quinzenalmente o quanto te quero e mais ainda que a vida pode fazer, até, algum sentido. escrito a 03.02.2019

menos mar

Pedro Simão Mendes em 17.11.18

dá-me a chuva, meu amor dá-me a água doce de um rio ou até a de um ribeiro bravio mas menos mar menos mar, por favor. escrito a 16.11.2018

crónicas de lisboa #4

Pedro Simão Mendes em 08.11.18

os últimos fins-de-semana foram passados com ele. quase parece que não estamos a viver a mais de trezentos quilómetros de distância. no final de outubro, ele veio a braga pa...

crónicas de lisboa #3

Pedro Simão Mendes em 18.10.18

cinco de outubro, um feriado que, este ano, fez do fim-de-semana um pouco mais longo. depois de termos repensado uma possível viagem a uma cidade qualquer europeia, fora do ...

Frequências

Pedro Simão Mendes em 18.10.18

A frequência absoluta – e relativa – da minha solidão é alta. A dos teus abraços é baixa. Por outras palavras, é comum sentir-me só com os teus tão raros abraços. escrito a ...

Soledade

Pedro Simão Mendes em 30.09.18

Sinto a tua ausência na solidão das minhas mãos. escrito a 29.09.2018

crónicas de lisboa #2

Pedro Simão Mendes em 03.09.18

escrevo isto deitado na minha cama numa noite mais fresca do que aquelas que passámos em lisboa. estou de volta a braga e, portanto, sozinho. finalmente, o tempo arrefeceu, ...

crónicas de lisboa #1

Pedro Simão Mendes em 30.08.18

estou sentado ao lado dele e sinto-me embalado pelo oscilar do comboio. vemos um filme no seu portátil porque a viagem é longa e não temos o hábito de ler. o som da carruage...



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