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mar de algodão

Pedro Simão Mendes em 30.05.19

procuro mas não encontro o teu corpo no meio dos lençóis não os sabia assim vastos como um oceano como se te buscasse nas águas de um mar sem fim só que em vez de maresia é o ...

nunca foste do mar

Pedro Simão Mendes em 27.05.19

nunca foste do mar mas há tanto mar em ti para descobrir, para navegar, para imergir e me afogar. escrito a 23.05.2019

repetitivamente

Pedro Simão Mendes em 23.05.19

acordo sem saber o que são estes dias. uma extensão do repetitório quotidiano, que leva ao infinito o aborrecimento repetitivo e constante. o expoente máximo do tédio, a previ...

quinzenalmente

Pedro Simão Mendes em 15.04.19

são fugazes estes abraços que me vêm relembrando quinzenalmente o quanto te quero e mais ainda que a vida pode fazer, até, algum sentido. escrito a 03.02.2019

para recordar

Pedro Simão Mendes em 01.04.19

todos estes dias de março frenéticos e fugidios para recordar que a vida não descansa senão quando termina escrito a 31.03.2019

ofuscação

Pedro Simão Mendes em 13.01.19

sou como o sol brilhando numa manhã de nevoeiro cerrado. estou ali, mas ninguém me vê. escrito a 28.12.2018

menos mar

Pedro Simão Mendes em 17.11.18

dá-me a chuva, meu amor dá-me a água doce de um rio ou até a de um ribeiro bravio mas menos mar menos mar, por favor. escrito a 16.11.2018

expansão

Pedro Simão Mendes em 09.11.18

na nudez do teu olhar posso ver o mundo inteiro e logo o percorro na tua pele. expando-me em ti na mudez do teu olhar encontrei minha cegueira mas sei de cor as viagens da...

Frequências

Pedro Simão Mendes em 18.10.18

A frequência absoluta – e relativa – da minha solidão é alta. A dos teus abraços é baixa. Por outras palavras, é comum sentir-me só com os teus tão raros abraços. escrito a ...



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