Pedro Simão Mendes em 27.10.25
Sento-me em casa dos meus pais a trabalhar. É simultaneamente estranho e interessante. Estranho porque é como voltar ao passado, revisitando rotinas longínquas; interessant...
Pedro Simão Mendes em 07.09.25
como estas aves esculpidas em metal,jamais aprenderei a voar. escrito a 15.05.2025, Lisboa (a partir da foto abaixo)Buddha Zen Garden, agosto de 2024
Pedro Simão Mendes em 28.08.25
Estou, mais dia, menos dia, há três anos em Lisboa. E, mais coisa, menos coisa, estou há três anos com a escrita entorpecida. Já percebi que não é só o pavor da página em bran...
Pedro Simão Mendes em 08.08.25
É claro que não sei o que escrever, mas o objetivo não é esse. O objetivo, segundo Miguel Esteves Cardoso, é ganhar o vício da escrita. e, para isso, tenho de escrever.
Faz-me...
Pedro Simão Mendes em 10.06.25
Há uns dias, no trabalho, um colega partilhou comigo uns biscoitos de amêndoa. Inicialmente recusei, mas ao perceber que eram rosegones*, acabei por aceitar. Chegaram a ser...
Pedro Simão Mendes em 31.12.24
Caminhei com uma habitual bucólica saudade e vi uma estufa, ao longe, num campo verde coberto de geada. E o verde, e o verde, e o verde, estendia-se no horizonte, subia mon...
Pedro Simão Mendes em 14.08.24
o beijo é:
1) o lugar onde o mar começa;
2) a origem do fogo;
3) o primeiro fôlego.
bom, o princípio de tudo.
escrito a 27.03.2024 (Lisboa)
Pedro Simão Mendes em 07.07.24
Uma árvore
escrita pela noite
como um sonho se constrói
de madrugada.
escrito a 09.05.2024 (Braga) e primeiramente divulgado no instagram
Pedro Simão Mendes em 21.03.24
Vi as árvores estenderem os braços ao céu.
São elas que, de flores nas mãos,
pintam a primavera.
escrito a 04.03.2024