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uma viagem que parece eterna. para onde foram as viagens que passam num ápice, como a vida?
viajo ao passado, de duas maneiras. uma, mais literal, porque vou passar o fim-de-semana a Braga, que troquei pela capital, e, por isso viajo ao sítio onde fui. o sítio onde já não sou.
a outra maneira é através da música, numa tentativa de tornar mais agradável estas quatro horas de viagem num autocarro que me dá cabo das costas. volto a escutar lana del rey, coldplay, e umas outras canções descobertas em séries da década de 2000.
torna-se, portanto, para o bem e para o mal, uma viagem de memórias. uma rememoração que me fez pensar por que caminhos seguiram algumas pessoas que outrora fizeram parte da minha vida.
sei que o meu caminho é, hoje, feito num autocarro pela A1 e depois pela A3. tudo o resto é pura especulação e fruto da minha imaginação.